Projeto SENEGAL

05 maio 2010 12:53:00 Foi fornecido por Seu Amigo ^^ Industrias Torrente 0 comentários
Voce conheçe o projeto "SENEGAL" ?

Então venha conheçe-lo agora, abaixo iremos apresentar a voces o nosso projeto que o senhor tem abençoado.

O quanto você quer Jesus ???

17 abril 2010 15:03:00 Foi fornecido por Seu Amigo ^^ Industrias Torrente 0 comentários
O quanto você quer de Jesus?

Pr. Samuel Camara .Conta uma parábola que um crente chegou ao pastor da sua igreja e disse: “Pastor, eu gostaria de comprar um pouco de Jesus”. Ele queria apenas o suficiente para lhe dar um sono tranquilo à noite, mas nada que o perturbasse com a sorte das minorias oprimidas; que fosse o suficiente para fazê-lo dormir, mas não o fizesse sofrer com os miseráveis.

Ele queria só um pouco de Jesus que o emocionasse, mas não o transformasse; que lhe desse a cura física, mas não a cura interior. Ele queria apenas algo que lhe concedesse o calor humano, como de um “útero social”, mas nada que o levasse à crise existencial do novo nascimento.




Esse crente queria um pouco de Jesus que lhe garantisse o pão de cada dia, mas não o deixasse inquieto com os que não têm o que comer; apenas o suficiente para proteger a sua casa e os seus bens, mas não o deixasse perplexo com a situação dos que dormem debaixo das pontes. Um pouco, não muito, não tudo de Jesus; apenas o suficiente para lhe abrir as portas do céu, mas não lhe exigisse abrir os olhos para ver a maldade do seu próprio coração.





Receio que isso, embora expresso em parábola, não seja mera coincidência. É como a criança cuja mãe lhe dá pão com doce; lambe o doce e devolve o pão.




É provável que tenhamos chegado ao tempo predito por Jesus, em que “por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mt 24.12). Alguém enamorado jamais se atrasa a um compromisso. Mas, hoje, a maioria não considera prioridade sequer chegar na hora para um culto de adoração ao Senhor.




Outra característica da nossa época é que o homem Jesus, o Filho de Deus, foi reduzido ao estereótipo de um ser mitológico, fruto da imaginação, uma pessoa “distante”. E alguns que se dizem “cristãos” vivem de tal modo como se Ele não existisse. Por isso, não é de se estranhar que alguns queiram “um pouco de Jesus”; apenas o bastante para não incomodar suas vidinhas vazias.





A questão que deveria incomodar, hoje e sempre, é se realmente acreditamos que Jesus Cristo é a resposta de Deus ao problema existencial do ser humano. Ora, se a resposta está em Jesus, o que justificaria, então, as mudanças substanciais na mensagem que é pregada por não poucos líderes cristãos e também no modo como muitos a vivem?





Preocupa-me o fato de estar sendo pregado e vivido ultimamente um cristianismo sem compromisso, uma fé utilitária, uma religião de consumo, na qual Jesus é reduzido às mesmas categorias das coisas de que precisamos.





É fácil deduzir que alguns frequentam igrejas, não porque querem Jesus, mas apenas porque desejam o que Ele pode proporcionar. Não o buscam pelo que Ele é, mas pelo que pode dar; não o buscam porque de fato o desejam, mas por entenderem que Ele é imprescindível para a realização dos seus planos pessoais.




O egoísmo próprio de nossa época quer que Jesus seja tirado do centro do universo, de modo que certos “cristãos” querem Jesus apenas o suficiente para ficar “de bem com a vida”.




Muitos desejam um cristianismo humanista, mas não divino; uma redenção sem sangue, uma salvação sem mudança de vida, um discipulado sem cruz, um pentecoste sem o poder do Espírito Santo.



Mas essa época nos impõe algumas perguntas, as quais exigem respostas coerentes.



Que tipo de cristianismo nós queremos? Um cristianismo que nos deixe de bom astral, mas não nos custe nada? Uma mensagem que não fale de sacrifício, de renúncia, de perdas, só de sucesso? Uma fé indolor, sem sofrimento, que não nos deixe nenhuma marca? Uma existência inodora, sem o bom cheiro de Cristo, para não sermos incômodos?




Isto é preocupante, não somente porque a mensagem cristã está sendo diluída, mas também porque a própria maneira de viver o cristianismo tem sido maculada.




O modo como alguém prega e vive a mensagem do evangelho reflete a qualidade da sua consagração a Cristo. O quanto alguém tem de Jesus depende do quanto de si mesmo entrega a Ele.




Viver com Jesus é um desafio radical: “Quem acha a sua vida perdê-la-á; quem, todavia, perde a vida por minha causa achá-la-á”. Ou seja: se dermos a Ele toda a nossa vida, teremos a vida Dele toda.





Sendo assim, o quanto você vai querer de Jesus?

Abrimos o Primeiro Site de Apoio ao Evegelismo

14:47:00 Foi fornecido por Seu Amigo ^^ Industrias Torrente 0 comentários
O que é Realmente Evangelismo









Tentarei definir evangelismo, e trazer à luz sua natureza essencial, a partir de 1 Tessalonicenses 2 e 1 Coríntios 9:15-27.





1 Tessalonicenses 2.



Evangelismo, o proclamar de boas novas, não é fácil. Porque no evangelismo, a igreja ataca as fortalezas de Satanás, que mantém o mundo inteiro no engano. O evangelismo verdadeiro é freqüentemente visto nos cristãos sendo zombados e maliciosamente maltratados, verso 2.



Mas Deus honra o verdadeiro evangelismo e freqüentemente Se agrada em fazer a semente crescer e produzir fruto. O Pai é o Senhor da seara (Lucas 11); Ele concede ou retém o sucesso; Cristo é o construtor de Sua igreja (Mateus 16); o Espírito Santo é o divino Energizador e Comissionador (Atos 13:1ss). Onde o Deus triuno é honrado e Sua doutrina é mantida, os pregadores (em geral) não trabalharão em vão (verso 1).



O verdadeiro evangelismo explora a questão dos motivos: por que essa e aquela pessoa prega o evangelho? É para sua fama, para o seu avanço na escada eclesiástica, para o seu ganho financeiro? Paulo podia assegurar sua sinceridade e seus justos motivos (verso 3). Ele se considerava um servo, ou melhor, um despenseiro a quem foi confiada uma comissão (verso 4). Ele sabia a quem devia agradar. O evangelismo verdadeiro olha primariamente para Deus: é por causa do Seu Nome (Romanos 1:5; 3 João 7) que os evangelistas saem, verso 4.



O evangelista é alguém que poderia dizer aos seus ouvintes: “vocês são queridos por nós”. Ele é um amante de almas. Ele não abusa de sua autoridade. Ele preferirá pregar sem gerar despesas: Paulo algumas vezes trabalhava como um fazedor de tendas para pagar as despesas.



A todo custo, o evangelista deve lembrar que ele é um modelo do evangelho: o evangelho lhe mudou. Seu exemplo fala talvez mais do que suas palavras.





1 Coríntios 9:15-27.



Um ministério de evangelista não é uma tarefa que pode ser escolhida à vontade. Embora todo cristão tenha a responsabilidade de compartilhar o evangelho e dar a razão para a esperança nele, à medida que Deus provê a oportunidade, o evangelista tem uma necessidade posta sobre ele. Ela é seu fardo, uma maravilhosa responsabilidade dal qual ele não pode escapar ou evitar, verso 16. Mesmo que Deus encontre os Seus evangelistas indispostos inicialmente (Moisés, Jeremias, Amós), Ele os faz dispostos e lhes promete Sua presença e capacitação.



O verdadeiro evangelismo é adaptável e flexível, e não rígido. Cristo falou à mulher Samaritana de uma maneira muito diferente da qual Ele Se aproximou do culto Nicodemos. O mesmo evangelho foi apresentado; a aproximação foi moldada pelas necessidades e capacidades dos Seus ouvintes. Este é o porquê Paulo se tornou um servo para todos: aos judeus ele se tornou um judeu...para ganhá-los para Cristo. Isto não é comprometer o conteúdo da mensagem, longe disso. É adaptabilidade.



Paulo falava aos judeus, arrazoando com eles a partir do Antigo Testamento, com o qual eles estavam familiares. Aos filósofos atenienes, ele nunca citou o Antigo Testamento, mas sua mensagem era, contudo, bíblica e o mesmo Cristo era pregado.